domingo, 6 de janeiro de 2013

Intrigarme-se

Não, eu não consigo controlar essa minha inquietude. Essa insatisfação crônica que ao mesmo tempo em que tudo me agrada e me deixa adocicado, me vem o gosto amargo, que aperta, que enjoar, e me faz desgostar da vida, das coisas, das pessoas, dos meus objetos. Já prometi pra mim mesmo, que eu iria mudar, e enxergar apenas o lado bom das coisas. Mas parte de mim quer sair disparado encima de um cavalo, correr, sentir o vento, secar minhas lágrimas,costurar minhas magoas da vida, das coisas, das pessoas, dos meus objetos. Correr na direção de um penhasco bem alto, onde eu possar chocar com a minha realidade, e poder cair. Cair e poder implorar pela minha vida, pelas coisas, pelas pessoas e pelos meus objetos....
E engolir definitivamente com o vento, e esquecer de vez, todas as magoas e destrezas da vida, das coisas,das pessoas, dos meus objetos.

Danilo C.

vinte e tres

Me deparo aqui, voltei pra casa bem mais cedo que de costume, em pleno sábado, no fervor do começo de dois mil e treze. Me deparo aqui sentado no chão desconjuntado e escorado na cama, sentindo o vento do ventilador ir e vir em meu rosto, me sentindo como um velho com seus saudosos setenta e três anos de idade, indo e vindo, sentindo a brisa do vento das seis e meia da tarde em sua cadeira que balança. Mas algo em mim quer que eu levante desse chão... Não sei se volto pra rua(Mas se voltar eu teria que refazer a desculpa que eu tinha inventando só pra poder vir embora mais cedo), não sei se volto e bebo mais uma ou duas cervejas(Maseu não quis beber mais por pensar na dor de cabeça que eu poderia ter no outro dia por ter passado do ponto), não sei se vejo algum filme(Mas eu já procurei em todos os canais e nenhum conseguiu prender a minha atenção), não sei se levanto e preparo um café(Mas eu sou péssimo em fazer café e todos os que eu faço saem uma merda), não sei se tiro o meu bigode(Mas eu nem consigo me imaginar sem ele). Não sei porquê, mas isso, mas aquilo, sempre eu...
Talvez seja só uma carência mesmo, carência por ter passado por um canal na TV em que um casal se olhava penetrante e sorria como se um fosse o porto seguro do outro.Mas aquilo nem é real, na vida real não existe aquele sentimento verdadeiro, existe? Existe esse olhar verdadeiro na vida real? E nas respectivas vidas do casal de atores do filme, por dentro daqueles olhares existem dores?.
Eu queria mesmo era não ter que me auto-sabotar e não enxergar a desgraça nas coisas boas. Mas a dor é um sentimento vivo, e sempre presente, ele apenas muda com o decorrer do tempo. Eu queria voltar no tempo, voltar a ser criança e ter aquela Inocência que eu tinha, que tudo era lindo, e que a única dor que eu tinha era quando eu caia de bicicleta e só chorava se alguem me observasse caindo, ou quando eu batia o dedo mindinho do pé na quina do sofá. Essas dores naquela época pareciam inacabáveis e estraçalhadoras. Hoje em dia não são nada perto das dores internas e infernais que a gente tem que lidar.
Meus vinte e três anos chegaram e meu desejo é que eu possa ser indolor. Ser indolor pra quando chegar aos meus setenta e três anos. Eu não leve muitas dores e tristezas para minha cadeira que balança...

Danilo C.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Playlist do Marlon Yuri

Marlon Yuri 

U2- still haven't found what i'm looking for/stand by me
Red Hot Chili Peppers- by the way
Rhythms del Mundo - clocks
Coldplay - strawberry swing
Radiohead - high and dry
Beirut - elephant gun
Israel Kamakawiwo'ole - Over the Rainbow / What a Wonderful World
Gorillaz - feel good inc
Rio - when the suns come down
Paul McCartney and Eric Clapton - While My Guitar Gently Weeps
Raimundos - a mais pedida
Capital Inicial - fátima
Legião Urbana- ha tempos
Barão Vermelho - bilhetinho azul
Engenheiros do Hawai - depois de nós
Leoni - como eu quero
Gabriel o Pensador - ate quando
O Rappa - hey joe
Nando Reis - por onde andei
Planet Hemp - zerovinteum
Cassia Eller - segundo sol
Bonde da Stronda e Mr Catra - mansão thug
Palmera e Biá - couro de boi
Bonde do Tigrão - cerol na mão

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Playlist da Isabella Santos

 

Tempo de pipa - Cícero
Ensaio sobre ela - Cícero
Empty box - Morphine
The hellcat spanged shalalala - Arctic monkeys
Ceremony -New order
Dois beijinhos - Seu jorge
Interpol - Leif erikson
Interpol - Obstacle 1
Interpol - Rest my chemistry
Black keys - The breaks
Alex turner - Stuck on the puzzle
Feist- Anti-pioneer
Flunk - Play
Nouvelle vague - Dance with me
Mélanie pain - Tard dans la vie
Where is my mind - Pixies
French fries with pepper - Morphine
Foxy lady - The jimi hendrix experience
Corduroy - Pearl jam
The lemon song - Led zeppelin
Kings of leon - On call
Sidney bechet - Si tu vois ma mére

(play, play, plaaaaay....)

domingo, 19 de agosto de 2012

Breve.

É que a cor dos teus olhos furam o meu peito.
E fica vazio, tão frio, você me despiu.
Me matou e nem viu...

Danilo C.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Por um dia.

E se você tocasse a minha tristeza?
Eu poderia tocar a sua?
Eu iria te mostrar o próximo pôr-do-sol
Sim, pode valer a pena, não tenha medo
'Pôr' em suas mãos minha liberdade
'Do' alto do céu nos atirando contra o chão
'Sol', calor, liberdade, nossas vistas fechadas
Nossas vidas levadas
Nossas mentes ligadas
Nossas asas abertas
Nossas bocas beijadas
Minha pele na sua.

E ter uma história pra contar, pra nossa alma se lavar...

Danilo C.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em alguma rua, alguma casa...

é como andar na corda bamba, por um fio, prestes a disparar, vontade de quebrar essa tela, corromper minhas vontades. Destruir esses extremos que nos separam, diminuir essa distancia, mudar as horas, por minutos, segundos... Masoquismo, com certeza esse seria o nome, masoquismo mesmo é insistir sabendo que você é feliz em seu relacionamento. Mas eu sou esperto, fecho os olhos e transformo em sonho, me deporto pra sua casa, colchão ao chão, café derramado, no escuro, vejo o relógio com o reflexo da tv, nele marca 18:43 de um domingo frio, nossas pernas entrelaçadas, embaraçados, pijama, meias até a canela, cabelos armados, uma garrafa de vinho vazia jogada no chão, cigarros apagados no cinzeiro, nossas respirações em sincronia, sinto as batidas do seu coração como se estivesse dentro de mim. E eu ali, completamente entregue, entregue e transbordando de desejo, olhando em seus olhos estranhamente e duvidosamente doces e implorando para que fosse verdade.
''Realmente poderia ser...''

Danilo C.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Doce: da presença até as polaroides.

Dos dedos do pé, até todos os fios de cabelo. Sim, eu queria caminhar por todo o seu corpo, pra descobrir todos os seus pontos fracos, e os fortes, e os mórbidos, e os pervos. Eu quero me afogar no gosto da sua boca, lentamente e carinhosamente, quero também suspirar em sua nuca, parar em seus olhos e saber se aí dentro existe realmente essa vida doce e provocante. Eu quero me derreter, dar voltas e voltas pelo chão preso em você, eu quero saber da sua vida, eu posso ser a sua vida. Eu quero te trazer o café, quero bagunçar o seu cabelo, quero ler pra você os mais doces contos de amor. Não, eu não quero drama e nem histórias incompletas, eu queria que seja por inteira, doce, completa. Eu quero estar em sua casa, deitar no seu sofá, eu quero gostar do seu gato, eu quero viver na sua vida... Nem que seja por um dia. Eu sempre te olhava de longe, despertando o meu lado curioso mais intenso, era tentador. Eu agora estou aqui bêbado e paralisado olhando sua foto, quero ouvir a sua voz de novo. Eu realmente quero te ter, ter o seu olho gordinho e penetrante bem perto do meu, eu quero estar próximo, eu queria você... Repito, nem que seja por um dia!

Danilo C.

domingo, 18 de dezembro de 2011

MAIS!

menos expectativas e mais lembranças...

Danilo C.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

sem querer caminhar, recorro as asas para voar...

E as minhas noites ainda continuam intensas, imensas e intactas. E eu tento abrir minhas asas e correr, só que me falta, me falta impulso, coragem. Eu queria correr, pular, voar e fugir, voar pra bem longe dos teus olhos que deslizam por todas as coisas, longe dos teus olhos que deslizam e se perdem na imensidão dos seus pensamentos inconcebíveis. E eu me contorço tentando decifrar esses olhos arregalados remetendo um ar de loucura 'vale dizer'. Eu não sei o que se passa aí dentro, queria saber. é como se quanto mais você se concentra no nada, mais você se prende dentro dele e o que mais me assusta é que parece que você gosta, e não pretende sair, e não quer sair. Sim, meu coração ainda berra por você. É como se o quanto mais eu gritar, mais seu olhar fica difícil de encontrar. Eu também ainda amo o jeito como você traga o cigarro com ar de egocêntria e despretensão, o jeito como você passa a mão em seu cabelo. Eu ainda amo o jeito em que suas palavras saem bem claras de sua boca, a boca vermelha que você morde após duas frases forçando as vistas... Eu queria ter sua boca mais próxima da minha, eu queria ter os seus beijos, eu queria te abraçar, e queria ser a sua segurança, o seu porto, onde você sempre voltasse. E nas suas idas e vindas voltasse, me abraçasse e me beijasse, e que seu beijo tirasse de mim aquele suor frio, e que meu suor frio se evaporasse com o calor de seu rosto. Eu queria que você chegasse, deitasse em meu colo, e contasse sobre os seus devaneios, loucuras, desejos e amores temporários... Mas que contasse de olhos fechados, pra eu não me perder no seu olhar.

'Eu busco na boca das outras pessoas, o vento que você tem pra me fazer voar...'

Danilo C.

sábado, 15 de outubro de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Confusão



O mundo, as pessoas... tudo uma grande decepção.

Danilo C.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

chorume.

O cheiro de maçã
ondulava meu libido
deixando vivas
as flores mortas do meu arranjo...

Danilo C.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Para todos que conseguem se esconder em um sorriso.

E é só eu me lembrar que pela sua boca eu já caminhei, que me vem aquela vontade de atravessar esse chão, corrompendo o concreto e me esconder debaixo da terra pra poder chorar, chorar todas as minhas lágrimas, toda a minha dor, até que saia muito sangue em meus olhos. Sim, homens podem chorar sim! Dizem que nada mais elegante que a dor de um homem colocada no papel, mas se aqui existe elegância eu acho que acabei com toda a minha cota. Pois fiquei aqui parado olhando para este papel em branco por horas. Penso eu que a vontade de fugir do meu eu é tanta, que nenhuma palavra sai, apenas rabiscos, e nesses rabiscos enormes, me dei conta de que minha cabeça anda cheia demais. Anda cheia de vontades, cheia de lembranças, cheia de desejos, cheia de você. Eu queria comer todos esses pensamentos, de garfo e faca, quem sabe assim minha cabeça se limparia e eu poderia escrever sobre coisas bonitas, sonhos bem distantes, sobre um barco azul que passa pelo mar, sobre a água de coco que estava doce demais. Mas isso não é realidade, pelo menos a minha não é. Queria falar sobre o quanto ainda me dói, se soubesse o quanto é vivo o que eu sinto aqui dentro. Por você eu jogaria todo o meu dinheiro fora, queimaria todas as minhas roupas, doaria todo o meu sangue, venderia a minha alma. E é tão ruim essa tristeza que me bate ao acordar, e eu não sinto a mínima vontade de me levantar. Todos dizem que ''cada manha todas as misericórdias se renovam''. A minha não,ela continua ali, é uma fixação em cada detalhe seu. Ao lembrar você tragando o cigarro, daquele seu jeito confiante, puxando a fumaça e forçando as vistas, fechando a sobrancelha... Toda a minha vista se fecha, toda a minha cabeça se fecha, todo o meu mundo se fecha. Quem me dera poder ter aquele par de olhos cor de confiança só por um momento, com a atenção voltada só para mim. Aquele par de olhos que me fez afogar, relutar, depois barbarizar e atropelar toda a minha timidez. E meus pensamentos vem, vão, e eu me fecho, me viro, e essa vontade de não levantar dessa cama só aumenta. E a cada dia que eu levanto, aumenta uma parte do meu sorriso amarelo.

Danilo C.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ilusão!?

De dose em dose se conforta um coração...

É tão estranho como depois de tanto tempo, quando você chega eu ainda me sinto como se fosse a segunda vez em que eu te vejo. Ainda me vem aquela sensação de tremor ridícula, que por mais que a gente tente segurar, mais ela te toma por inteiro. E a gente se sente um babaca, fica sem graça com medo de ser notado, acha que está estampado na nossa cara pra todo mundo ver o quanto a gente está balançado. É verdade, eu ainda me sinto me sinto assim, no silêncio sozinho do meu quarto eu tento exorcizar meu sentimento com o barulho do ventilador, mas sempre os pensamentos passionais me bombardeiam, me fazendo lembrar que dentre conversas e pessoas ao longo da vida, eu notei e encontrei a que me fez pensar que todas as outras nas quais eu me esbarrei, fossem tão normais, chatas, banais, sem graça, sem foco, sem vida. E por falar em sem vida, você me faz pensar que já viveu décadas, anos luz antes de mim, as formas claras e concretas de enxergar os problemas, o tom leve e sem desespero que ao contrario de mim demonstra total segurança em tudo que faz, eu queria ser assim. E a cada dia eu fico mais louco, com mais vontade de estar sempre perto de você, de aprender o que você nem tem pra me ensinar. E só de falar eu já sinto falta do seu cheiro, esse cheiro vivo, que sempre me traz para a terra. Dizem que o amor só tem cor e que ele é inodoro, o meu não tem cor, tem cheiro. O seu cheiro, o cheiro que me transborda e me arranca os mais estranhos e internos suspiros. E eu fecho a minha boca e guardo todo o meu fôlego para você. E quando você vai, você o tira todo de mim. Quando eu estou com você, eu consigo observar casa centímetro, não, centímetro não, eu consigo adorar cada milímetro seu. E eu adoro a forma como você respirava, como você fala, como você boceja, como você pisca, como se se estressa. E eu queria você aqui agora, pra deitar em minha cama e derramar todos os seus problemas em meu colo, mesmo eu não podendo resolver, e dai eu tomaria as suas doses. Quando eu tomo as suas doses eu me sinto renovado. Pois de dose em dose se conforta um coração, e que essas doses virem doze doses, que de doze em doze, essas doses sejam mais doces. Para que de doce em doce, quando nós criarmos nossas asas e cada um seguir o seu próprio horizonte, só as coisas boas fiquem. Que na verdade são as únicas que importam.

Danilo C.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Se é alucinação eu não sei.

Carinho, muito carinho, invalidez, rejeição, socos, socos no estômago, pontapés no estômago, raiva, muita raiva, coração em chamas, suor na mãos, confusão na cabeça.

Eu consigo sentir tudo isso com seu olhar...

Danilo C.

terça-feira, 14 de junho de 2011

A. Rodrigues

Era uma vez uma menina, uma menina dos cabelos lisos, aquela que passa arrastando os sapatos com seu agasalho de lã azul marinho com pelos de gato. Aquela que cativa todo 'O MUNDO' com seu sorriso largo e estrondoso, saído por sua boca carnuda. Ela tem uma áurea meio-tropicalista-meio-cafona, ela é bem cafona, nota-se pelo seu gosto musical meio-sentimentalista-meio-oitentinha. Ela é antiga, essa menina é rococó, sua alma old school faz com ela se tranque em seu quarto, para ver um jardim dentro dele, se movimentando na medida que o vento passa pela greta da janela quase fechada, se ela estressa ela pode ver várias aranhas por todo o teto do quarto. Ela sabe muito bem do que eu estou falando. Ela não grita e nem chora, e apenas deita em sua e começa a cantar suas musicas de auto-e-expressa-ajuda. Essa menina tem mel, difícil encontrar algum rapaz que não há observa, difícil também é querer contar nos dedos da mão os que já caíram em seus encantos involuntários. Ela parece ter trinta e sete anos, tem respostas na ponta da língua, conselhos de mulher vivida ela tem, e como tem. Acho que na vida passada ela foi minha avó. Hoje, nessa vida ela completa vinte e dois. Gosta de gatos e cachorros, nunca a perguntei de qual ela mais gosta, mas creio que seu coração é tão grande e bom, que ela deve gostar mais de gatos, cachorros, papagaios e pessoas. Ela gosta de cartões, papéis de bala, abraços, horas e horas de conversa sobre as questões amorosas. Ela gosta de dizer que na vida ninguém é de ninguém. Mentira dela, pois se alguém se aproxima de seus gadinhos, ela surta e manda o pé na porta, enlouquece e volta pro seu quarto para relutar com as malditas aranhas. E se você estiver com alguma raiva, fogo ou revolta, não se preocupe, ela consegue tirar com a mão e ela apaga em seu peito, literalmente. Ela é mágica, ela é moça, ela é linda, ela é uma graça.
Viva seus vinte e dois, viva suas flores, viva suas aranhas.
Obrigado por tudo
Felicidades
você merece!

Danilo C.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Queria

Eu queria me prender em suas mãos, eu queria me pendurar em seus braços, eu queria me embaraçar em seus cabelos, eu queria me sufocar em sua boca, eu queria me cegar em seus olhos, eu queria me perder em seus pensamentos. Eu queria, eu queria, eu queria. Eu queria provar pro querer, que realmente se pode ter.

Danilo C.

domingo, 5 de junho de 2011

Playlist do Marcelo Ferreira

Jose Gonzalez - Heartbeats
Modest Mouse - Little Motel
The Kills - Future Start Slow
Kings of Leon - Woo Hoo
Two Door Cinema Club - What you Know
Morrisey - The First of The Gang to Die
Puscifer - Rev 22:20
Paris Motel - Mr. Splitfoot
Moldy Peaches - Anyone Else But you
Placebo - Every and Every me
The Cure - Sirensong
Alexi Murdoch - All my Days
The Shins - Those to come
Kasabian - Thick as Thieves
Elliott Smith - Angeles
Radical Face - Welcome Home
The xx - Basic Space
The Doors - People are Strange
Noiserv - The Sad story of a Little Town
Phoenix - Rome
Kings of Leon - The Bucket
Modest Mouse - Dramamine
Queens of the Stone Age - Sick Sick Sick
Beirut - Postcards from Italy
Lemonheads - Into Your Arms

Neblina

Que o seu coração de pedra vire lama
Que essa lama suje todo o seu sorriso
Que seu sorriso vire um sorriso de tristeza e solidão
E que sua solidão tome conta de seu corpo
E te jogue no chão.

Danilo C.